Seguindo o anúncio da família iPhone 16, a marca de luxo Caviar apresentou nesta sexta-feira (13) uma coleção dedicada ao iPhone 16 Pro e ao 16 Pro Max. A linha é composta 6 modelos, e os aparelhos são revestidos em ouro de 18 ou 24 quilates, tornando-se alguns dos celulares mais caros do mundo — o modelo mais premium chega a superar a barreira dos US$ 70 mil, algo próximo de R$ 400 mil.

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A edição Symphony dos iPhone 16 Pro e 16 Pro Max tem ouro tingido na tonalidade titânio deserto do telefone, e padrões da espiral de Arquimedes (Imagem: Reprodução/Caviar)

A Caviar sempre figura em listas de smartphones mais caros e, com a chegada do iPhone 16, a marca mantém o posto ao lançar versões customizadas da série Pro da Apple com revestimento em ouro. Estão sendo oferecidas seis opções no total, com três variantes do nível de pureza do ouro usado, com 24K (ouro puro de 24 quilates, com preço “mais baixo”) ou 18K (18 quilates, liga de ouro com outros metais para torná-lo mais resistente, de custo mais elevado).

A opção “mais acessível” é a edição Symphony, que usa como base os iPhone 16 Pro e 16 Pro Max na nova cor titânio-deserto. Nela, os aparelhos são revestidos de uma placa de ouro tingida na mesma tonalidade dos telefones, trazendo botões, moldura de reforço e o logo da Apple também feitos no metal.


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Completa o visual um padrão de círculos inspirados na espiral de Arquimedes, feita a partir de um ponto que segue velocidade constante em uma curva até o centro. Interessados precisam desembolsar pelo menos US$ 10,630 (~R$ 59,5 mil) para a versão 24K, e US$ 61,270 (~R$ 343 mil) para a variante 18K.

A edição Paramount emprega “ouro comum” e desenhos inspirados no movimento Art Déco (Imagem: Reprodução/Caviar)

Na categoria “intermediária”, a Caviar oferece a edição Paramount, cuja base são os celulares na cor titânio preto. A construção é similar à Symphony, com placa traseira, botões e moldura de reforço feitas em ouro, mas por aqui optou-se por usar o metal no tom natural, sem coloração adicional.

Além disso, o padrão neste caso segue o estilo Art Déco, conhecido por atingir seu ápice durante os anos 1920. Essa variante parte dos US$ 10.700 (~R$ 60 mil) no modelo 24K, e de US$ 58.130 (~R$ 325 mil) para a opção 18K.

Por fim, a mais cara das novidades é a edição Duomo, utilizando de base a série iPhone 16 Pro na cor titânio branco. Novamente, temos uma construção similar às outras edições, composta de placa traseira, moldura de reforço e botões feitos em ouro, mas o metal adotado desta vez é o ouro branco, de tonalidade prateada intensa.

A edição Duomo utiliza ouro branco, com tom prateado intenso, e busca inspiração na arquitetura gótica, em especial da catedral de Milão (Imagem: Reprodução/Caviar)

O desenho aplicado neste modelo traz elementos da arquitetura gótica — o nome é uma referência ao termo italiano “duomo”, usado para descrever as grandes catedrais construídas no país, em especial a de Milão, citada pela Caviar. Toda a coleção terá um limite de 99 unidades disponíveis por edição, e trará no pacote um iPhone 16 Pro feito de chocolate.

A pré-venda do iPhone 16 para “usuários comuns” começa hoje no exterior, e tem previsão de ser iniciada no Brasil em 24 de setembro. Sem o luxo da Caviar, os preços partem de R$ 10.499 para o iPhone 16 Pro, e de R$ 12.499 para o iPhone 16 Pro Max.

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