Aos interessados em curiosidades sobre games, temos uma notícia interessante, pois mesmo com CPU de 2013, Battlefield 6 é jogável: modder descobre truque para burlar restrição do Javelin Anti-Cheat!

Há cerca de um mês, o aguardado lançamento de Battlefield 6 para consoles e PC foi recebido positivamente pela crítica e conquistou sucesso nas vendas.

Apesar do feedback favorável da comunidade sobre o jogo em si, um ponto específico gerou questionamentos: o sistema anti-cheat Javelin, que supostamente exige os recursos de segurança TPM e Secure Boot para funcionar. No entanto, um teste prático recente contestou essa premissa.

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Compatibilidade do Battlefield 6 com hardware antigo surpreende

O canal estrangeiro conhecido como Fully Buffered, no YouTube, demonstrou que Battlefield 6 é executado em uma configuração de PC considerada obsoleta. A base do teste foi o processador AMD FX-9590, lançado em 2013 como o modelo topo de linha da série FX-9000.

Confiram o vídeo diretamente no canal do entusiasta:

Com oito núcleos e um consumo de energia elevado de 220W, esse componente é de uma geração anterior à adoção massiva do padrão TPM. A placa-mãe utilizada foi um modelo ASUS M5A99FX Pro R2.0.

Em um teste anterior, uma tentativa de rodar o jogo em um Intel i7-2600K, outra CPU antiga, falhou devido à ausência dos requisitos de segurança. Com o FX-9590, a situação foi diferente.

Apesar de também não ter suporte a TPM, a placa-mãe permitiu a ativação do Secure Boot na BIOS. Com essa funcionalidade habilitada, Battlefield 6 iniciou sem complicações no sistema antigo.

Desempenho e gargalo no sistema com FX-9590 e RX 5700

A configuração de teste incluiu uma placa de vídeo AMD Radeon RX 5700 e 16 GB de memória RAM DDR3 a 1833MHz. Com essa combinação, o jogo foi executado em uma resolução de 1080p, alcançando uma taxa de quadros entre 30 e 40 FPS.

Durante a partida, foram observados atrasos nos comandos e a CPU demonstrou dificuldade para processar as animações em mapas extensos e cheios de jogadores.

A análise de recursos mostrou uma utilização de 100% do processador, enquanto a placa de vídeo operava com somente 25% de sua capacidade.

Esse desequilíbrio, conhecido como o infame gargalo, era tão significativo que as ventoinhas da RX 5700 chegaram a parar de girar em certos momentos, indicando pouca demanda sobre o componente.

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Mesmo com CPU de 2013, Battlefield 6 é jogável: modder descobre truque para burlar restrição

A troca para um mapa menor e com menos participantes resultou em uma melhoria, com a taxa de quadros superando 40 FPS em uma resolução reduzida de 1024 x 768.

O youtuber ressaltou que a mudança entre modo tela cheia e janela não trouxe ganhos de desempenho. A conclusão do teste foi que, embora com limitações, a experiência de jogo se mostrou viável no hardware antigo.

O fato mais relevante, porém, foi a confirmação de que o Battlefield 6 pode rodar sem o TPM, dependendo apenas do Secure Boot para o seu sistema anti-cheat.

Para encerrar, destacamos que essa observação foi confirmada por relatos de outros usuários do Reddit, que confirmaram a execução do jogo sem o módulo de segurança TPM ativo.

E aí? Qual é a sua opinião sobre este assunto? Compartilhe o seu ponto de vista e continue acompanhando o Adrenaline!

Fonte: Tom’s Hardware

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