A Amazon renomeou seu projeto de internet via satélite de “Project Kuiper” para “Amazon LEO”. O novo nome é uma referência direta à tecnologia de Órbita Terrestre Baixa utilizada pela constelação de satélites cujo objetivo é oferecer conectividade em qualquer lugar. 

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Para referência, o nome anterior era um codinome interno inspirado no Cinturão de Kuiper, região circular de corpos gelados que orbita o Sol. A Amazon afirmou que a antiga nomenclatura “permaneceu conosco durante muitos de nossos marcos iniciais”, mas que está pronta para “compartilhar a marca permanente do programa”.

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O LEO visa atender governos, empresas e bilhões de pessoas sem acesso confiável à internet por redes móveis tradicionais ou Wi-Fi. Portanto, pode ser útil para viajantes e/ou aventureiros que costumam fazer trilhas na mata, por exemplo. 


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O serviço da Amazon tem atuação inicial planejada para cinco mercados, incluindo os Estados Unidos. O projeto é rival da Starlink, com foco em confiabilidade e integração com serviços da AWS para atrair clientes corporativos.

Amazon tem satélites já lançados

A rede da Amazon conta atualmente com mais de 150 satélites em órbita após seis lançamentos bem-sucedidos, e o plano final prevê uma constelação com mais de 3.200 unidades. 

A empresa desenvolveu três modelos de antenas para diferentes necessidades: o Leo Nano é um modelo compacto com velocidades de até 100 Mbps, enquanto o Leo Pro é o intermediário com velocidades de até 400 Mbps. O mais avançado é o Leo Ultra, modelo de alta capacidade para uso empresarial e governamental, com velocidades de até 1 Gbps.

Amazon LEO
Amazon disponibilizará planos para diferentes perfis (Imagem: Divulgação/Amazon)

A empresa já possui contratos assinados com grandes empresas, incluindo parceiros como a Sky Brasil, DIRECTV, JetBlue, L3Harris e a NBN Co, operadora nacional de banda larga da Austrália.

O início do serviço para clientes empresariais selecionados está previsto para o final de 2025, com expansão mais ampla da cobertura e capacidade da rede em 2026.

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Será que o sinal de operadora está drenando a bateria do celular? Veja no vídeo abaixo:

 

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