Quando uma pequena empresa realmente precisa de um ERP?
Não existe um número mágico de funcionários que determine a hora de adotar um ERP. Veja sinais operacionais que indicam quando os controles atuais merecem ser reavaliados.
Quantos funcionários uma empresa precisa ter para justificar um ERP? Talvez essa seja a pergunta errada.
Uma empresa com poucas pessoas pode administrar processos complexos. Outra, com uma equipe maior, pode operar bem com controles relativamente simples.
Por isso, o melhor indicador não é apenas tamanho. É complexidade.
Existem alguns sinais que ajudam a perceber quando vale avaliar um ERP ou outros Sistemas de gestão.
- A mesma informação precisa ser mantida em vários lugares.
- Departamentos dependem constantemente de conferências manuais entre controles.
- O gestor precisa pedir para alguém “montar os números” sempre que deseja entender determinada situação da empresa.
- Processos funcionam porque determinadas pessoas sabem de memória o que precisa acontecer.
Nesse cenário, crescer significa adicionar mais informação, mais exceções e mais esforço humano para manter tudo sincronizado.
Isso não significa que qualquer ERP resolverá o problema.
Uma implantação envolve decisões sobre processos, cadastros, usuários, permissões, migração de dados, treinamento e integração. Escolher apenas pela quantidade de funcionalidades pode trocar um problema conhecido por outro mais sofisticado.
O caminho deveria começar pelo diagnóstico
Quais controles funcionam bem hoje? Onde existe redigitação? Quais informações precisam ser compartilhadas? Quais relatórios são realmente necessários? Quais processos precisam ser melhorados antes de entrar no sistema?
A MARQS pode ajudar sua empresa nessa avaliação através de ERP, Sistemas de gestão e Consultoria em TI, começando pela necessidade operacional e não simplesmente pela venda de tecnologia.
Se sua empresa já depende de várias planilhas, controles paralelos e conferências entre departamentos, fale com a MARQS pelo WhatsApp (11) 2626-0792.
Podemos entender seu cenário, identificar os processos prioritários e conversar sobre uma solução adequada à realidade da operação, incluindo diagnóstico e orçamento.
Amanhã fecharemos a semana com um teste que revela uma fragilidade ainda mais importante: o que acontece com o processo quando a pessoa que conhece todos os atalhos não está disponível?